Especial Blogueiros: Sozinha pelo Mundo

Gente, tô muito famosa!! Hoje estou contando meu amor por viajar sozinha lá no baudefamilia.com

Baú de Família

Sozinha pelo Mundo,  por Sabrina Mendonça

Olá! A convite do “Baú de Familía”, vou contar a vocês sobre meu amor por viajar sozinha.

Estar só ao conhecer os lugares pode parecer triste para algumas pessoas, mas na minha opinião este é um tipo de viagem, assim como é viajar com amigos, parceiros ou familiares.

Amo viajar sozinha porque consigo fazer o roteiro inteirinho do meu gosto. Só faço exatamente o que me interessa. Posso, por exemplo, ficar 15 minutos num museu e três horas num parque. Gosto muito de observar a vida das pessoas da cidade onde estou, sentar num café e bater papo com o garçom, com o moço da banca de jornal. Com isso, acabo descobrindo restaurantes que os moradores frequentam, fora do circuito turístico. Estabelecimentos que servem aquela comidinha típica bem feita a um preço camarada.

Além disso, percebo que nas viagens que faço sozinha estou mais…

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Roteiro de bicicleta em SanFran

Eu amo andar de bicicleta, então em minhas viagens sempre tento acrescentar ao menos um passeio de bike.

E San Francisco, linda de morrer, oferece várias possibilidades de passeios. Eu escolhi ir da região do Fisherman’s Wharf até Sausalito, passando pela Golden Gate. Esta foi a coisa mais legal que fiz em toda a viagem. Acho que vou me lembrar dessa experiência por toda a vida.

Foi um passeio de um dia inteiro, mas fui devagar, parando sempre e muitas vezes empurrando a bike em algumas subidas (condicionamento fisico zero, rs). Optei por ir até Sausalito de bicicleta, e voltar de Ferry Boat.

Aluguei a bicicleta na Blazing Saddles pois o hostel tinha um convênio com eles e a locação saiu a metade do preço do site, para alugar pelo dia inteiro. Então fica a dica, antes e alugar a bicicleta (ou outro serviço), veja se o albergue não tem recomendação de empresa com desconto para hóspede.

O aluguel dava direito a um capacete, como não é obrigatório usá-lo para pedalar por SF, não peguei. Também oferecem um mapa de papel. A bike vem com cadeado para que você possa parar, prendê-la em algum lugar, e curtir. Eles passam um vídeo com informações básicas que é bem rapidinho.

Iniciei meu passeio no Pier 39, onde se localiza a loja de aluguel de bicicletas, e segui rumo ao Fort Mason. Dei uma parada no Aqua Park Pier para fotos.

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Aqua Park Pier

O caminho é bem sinalizado, e tem várias outras pessoas fazendo o mesmo trajeto, então fica fácil não se perder.

A subida para Fort Mason é bem íngreme, muitas pessoas sobem tranquilamente de bicicleta. Eu fui bem também, até a metade, no restante da subida empurrei a bicicleta.

A vista lá de cima é linda, e o parque proporciona uma visão incrível da Golden Gate. Apesar que de qualquer lugar que se veja essa ponte, ela fica fenomenal. É daquele tipo de lugar que não se cansa de fotografar.

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Antes de chegar a Crissy Fields, fiz um desvio do trajeto para conhecer dois lugares que eram imperdíveis para mim: Palace of Fine Arts e a Lucas Film.

O Palace of Fine Arts é gigantesco e lindo. Foi construído para abrigar a exposição Panamá-Pacífico em 1915, inspirado na arquitetura greco-romana. Vale a pena sentar para descansar e observar a grandeza e beleza do lugar.

Seguindo em meu desvio de rota, segui na busca pelo Lucas Film e sua Yoda Fountain. Como super fã de Star Wars, não podia perder essa oportunidade de visitar a Lucas Film apesar de agora a franquia Star Wars pertencer a Disney). Me perdi várias vezes, e o mais dificil é que as pessoas nem sabiam que existia uma fonte com Mestre Yoda, rs. Mas por fim, encontrei! A fonte é super pequenina, mas foi legal conhecer esse lugar desconhecido até para os “San Franciscanos”. É possível entrar na recepção da Lucas Film e tirar fotos. Tem modelos em tamanho natural do Darth Vader e do Boba Fett, além de outros pequenos objetos e cartazes dos filmes.

 

Passado o momento Geek, rumo para Crissy Fields. Um parque lindo, cheio de pessoas correndo, pedalando. Uma delícia.

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Agora, já na subidinha para a ponte, tem um mirante legal, que garante ótimas fotos.

Daí, é só seguir as placas para pegar o caminho correto para pedestres e bicicletas, que é completamente separado do tráfego de veículos. ah, e só os carros pagam pedágio (meio óbvio, né, kkk).

Quando se entra na ponte é que conseguimos compreender sua grandeza. É colossal!

Existem alguns pontos para observação ao longo da ponte. O trânsito de pedestres e bicicletas é intenso, então parar de repente no meio da ponte não é uma boa idéia. E para que está de bike, atenção redobrada para não atropelar ninguém (tipo eu no vídeo).

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O que de longe parece um cabo de aço unindo os pilares da ponte, é na verdade um tubo que cabe uma pessoa dentro.

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Ao fim da ponte há outro mirante, o Vista Point. Rende fotos lindas também. Ambos mirantes são imperdíveis.

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Vista Point

Saindo do Vista Point, basta seguir as placas (ou outros ciclistas) para Sausalito. É uma descida vertiginosa! Importante testar os freios da magrela. Em todo percurso até Sausalito, dividimos a rua com os carros, então atenção redobrada.

Sausalito

Sausalito é uma cidade pequenininha, mas muito charmosa. Em poucas pedaladas conhecemos a cidade toda. Cheia de lojinhas e restaurantes fofos. Vale super a pena deixar a bicicleta no bicicletário da pracinha, e ir no Centro de Informações Turísticas para pegar dicas de lugares para visitar, onde comer, e os horários do Ferry para San Francisco (se for voltar de barco).

 

Para internet grátis: Starbucks. Pegue um café e sente pra descansar e postar umas fotos nas redes sociais.

Onde comi: almocei no Hamburgers (737 Bridgeway, Sausalito). Hamburguer suculento, saboroso, e enorme. Me sentindo faminta depois de tanto pedal, pedi além do sanduíche uma batata frita, e quase morri de tanto comer e não comi tudo! Como o restaurante é bem pequeno e com poucos lugares, pedi pra viagem e comi na pracinha de frente pra baía de SF. Vista linda, o problema eram as aves querendo comer comigo, kkkk, foi tenso.

Depois de tanto comer, conheci o centrinho a pé.

Em seguida, peguei novamente a bicicleta e segui para conhecer as casas barco! Uns 15 min de pedaladas, subindo mais que descendo durante o caminho. Finalmente cheguei. Muito legal! Deve ser interessante morar nessas casinhas.

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Mais informações sobre as casas barco, dá uma olhada nesse post do Hotel Califónia.

Depois de um dia maravilhoso, voltei para o centrinho de Salsalito e entrei na fila de bicicletas para pegar o Ferry Boat. Você acomoda a bicicleta no primeiro andar do barco (deixe alguma coisa que diferencie a sua, pois são milhares de bicicletas iguais uma ao lado das outras). Depois sobe para apreciar a vista no retorno a San Francisco. O Ferry Boat que peguei levou até o Pier 39 (e não o Ferry Building). Fique de olho, são dois ferries diferentes, o que vai até Pier 39 não aceita o cartão clipper, só o que vai para Ferry Building.

E você, já fez esse passeio? Deixe sua dica!

Dúvidas? Escreve ai nos comentários!

De bike pela Golden Gate Bridge

Hoje posto um pequeno vídeo que fiz quando cruzava de bicicleta a ponte Golden Gate.

Tá meio tremido porque eu estava tentando guiar a bicicleta, curtir o visual, filmar e não atropelar ninguém, rsrs.

Terça-feira vou postar o roteiro que fiz de bicicleta desde o pier 39 até Sausalito.

Não perca os posts da série Califórnia, toda terça aqui no blog!

 

Joe’s Crab Shack – minha avaliação

Olá! Hoje foi falar da minha experiência no Joe’s Crab Shack de San Francisco.

Sou completamente apaixonada por frutos do mar, e já tinha lido sobre esse restaurante, de que a lagosta era boa, e resolvi testar. Comer lagosta nos EUA não é caro como no Brasil, então não precisa passar os dias de sua viagem comendo apenas fast food, viu!?

Fui jantar na filial próxima ao Fisherman’s Wharf (245 Jefferson street). Mas eles tem filiais em vários estados americanos.

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Foto: Wikimedia Commons

Com relação ao ambiente, o restaurante fica no segundo andar, então achei a escada e a entrada escuros e pouco convidativos.

Fui rapidamente atendida e encaminhada para minha mesa. O menu de frutos do mar é super extenso, foi muito difícil escolher. Mas como amo caranguejo e lagosta, e após conversar com minha atendente, acabei escolhendo o Lobster Daddy Feast.

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Foto: Lacartes.com

Quando seu pedido chega, você recebe sachês com lencinhos umedecidos com limão, para limpar as mãos após a refeição, e um babador pra não sujar a roupa, rsrs

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Foto: Tripadvisor

Para beber pedi uma Raspberry lemonade, que é limonada pré-pronta com xarope/calda artificial e açucarada de framboesa, mas é uma delícia. Verdade, muito gostosa.

Aí meu balde de lagosta e caranguejo chegou! Tinha uma lagosta inteira, um caranguejo de neve? (snowcrab), milho cozido e batatas cozidas com a casca, tudo com molho cajun, que é levemente apimentado e muito saboroso.

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Olha que bonitão!

Mas, quando abri minha lagosta, ela estava verde por dentro!!!!! Como assim? Não tinha cheiro ruim, estava com carne firme, parecia mesmo fresco, mas estava com coloração verde. Reclamei com a minha atendente que prontamente levou a lagosta num prato e rapidamente me trouxe um outro balde. Isso mesmo, ela deixou o primeiro balde (só levou a lagosta) e depois me trouxe um novo balde completo e quentinho. Dessa vez a lagosta estava ok.

Só posso dizer que comi até explodir. Saí de lá feliz de ter me empanturrado de lagosta e caranguejo gigante por cerca de 30 dólares.

Se eu voltaria? Apesar do atendimento atencioso, não achei tão bom quanto o Red Lobster, uma outra rede de restaurantes de frutos do mar. Então não voltaria não, foi bom, mas tem melhores. Mas essa foi uma única experiência em uma única filial, pode ser que tenha sido azar meu. Não sei.

Ah, e esse post não foi patrocinado.

E você? Já foi neste restaurante? Gostou? Tem algum restaurante de frutos do mar que eu deveria experimentar? Me diz ai nos comentários.

Dá mesmo pra viajar com milhas?

Essa é uma pergunta que me fiz muitas vezes – será que dá mesmo pra viajar com milhas? Via muitas pessoas falando sobre isso mas até então eu só conseguia comprar passagens pra São Paulo com as milhas que juntava.

Então após ler alguns blogs especializados, e modificar algumas coisas, consegui comprar meu primeiro vôo internacional com milhas. Nem estou acreditando, rs.

Mas qual foi a mágica?

Nenhuma mágica. Vou contar aqui o que fiz.

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Primeiro, escolha em que lugar /companhia vai juntar suas milhas (Múltiplus, Tudo Azul, Smiles, etc). Veja as companhias aéreas que gosta de viajar e quais são suas alianças (One World, Star Alliance). Tendo decidido, foque a acumulação de milhas em apenas um programa. Não vale a pena ter 5 mil pontos na Smiles, 10 mil no Múltiplus.

Sempre que precisar fazer uma viagem, compre suas passagens das empresas parceiras. Não adianta juntar pontos no Smiles e comprar vôo da Avianca. Eu tinha/tenho hábito de só querer viajar com as empresas aéreas que gosto, mas para acumular milhas temos que pensar com a cabeça e não com o coração, rs. Por exemplo, em 2015 fui para o Leste Europeu de KLM/Air France, que eu gosto muito, mas que não tem aliança com as empresas que escolhi para juntar minhas milhas. E o que aconteceu, perdi as 3.000 milhas que havia ganho com o vôo.

Outro ponto muito importante é focar seus gastos no cartão de crédito, mas escolha um que te ofereça no mínimo 1,3 pontos a cada dólar gasto. Você não paga nada a mais pelos pontos gerados pelo cartão de crédito. Então quando você compra aquele vestido fabuloso com aquela sandália linda, este valor é revertido em pontos.

Comprar passagem aérea com cartão de crédito, além das milhas voadas, o valor da passagem também vai virar milhas . Outro benefício, para quem tem cartão platinum (ou superior) é que ao comprar passagem internacional inteiramente com o cartão, você “ganha” seguro saúde e viagem. Se for para Europa, a empresa do cartão te envia (à pedido) o Certificado Schengen que é exigido para entrar na União Européia. Ao alugar carro com cartão, também “ganha” seguro para carro. Se eu confio nesses seguros? Isso dá um outro post.

Para otimizar a acumulação de pontos, use os serviços oferecidos pelos parceiros de seu programa de milhagens. Vai reservar hotel pelo Booking, entre no site do Booking pelo link que há no site da Multiplus, por exemplo. Vai comprar sofá, geladeira? Procure preços nos sites dos parceiros, mas é imprescindível que você entre pelo link do site do programa de milhagem. Comprei um faqueiro em uma loja que, no fim de semana que comprei, oferecia 10 pontos a cada 1 real gasto.

Não tenha pressa para transferir os pontos do cartão de credito para o programa de milhagem. Aguarde pelas promoções. Já vi até bônus de 50%. Ou seja, transferiu 20.000 pontos, ganhou 30.000 milhas.

Todos os programas de milhagem agora tem seus Clubes de acumulação de milhas, onde você compra mensalmente um número de milhas pré-determinado por um valor fixo. Dependendo do valor de milhas oferecido na adesão, essa pode ser uma estratégia interessante.

Juntou a quantidade de milhas suficientes para sua viagem dos sonhos, compre o mais rápido possível. Os melhores vôos e os mais baratos em milhas se esgotam logo. E sempre de olho nas promoções, é claro.

Acho que é isso.

Faltou falar de alguma coisa? Você tem alguma dica ou sugestão? Deixe nos comentários!

 

 

Painted Ladies e Alamo Square

A região da Alamo Square é considerada um bairro e é também o nome do parque que fica em frente as famosas casinhas de estilo vitoriano/ eduardiano conhecidas como Painted Ladies.

As Painted Ladies são um cartão postal de San Francisco. Construídas entre 1849 e 1915, sobreviveram ao terremoto de 1906. Elas são pintadas com mais de uma cor para que seus detalhes se sobressaiam.

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Durante minha visita, o parque estava fechado com obras de restauração, com previsão de re-abertura para primavera de 2017.

Toda essa vizinhança tem casas neste estilo vitoriano, e quando visitei ainda encontrei algumas enfeitadas para o Halloween. Uma gracinha!

Definitivamente vale a visita!

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Duvidas? Sugestões? Me conta aí nos comentários.

 

 

Lombard Street e Fisherman’s Wharf

Olá! Hoje vou contar sobre alguns lugares que ficam próximos uns dos outros e que combinei a visita no mesmo dia.

 

Tomei como base o roteiro proposto pelo Idéias na Mala. Vamos começar então pela Lombard street.

 

Lombard Street

Peguei o tram na estação Powell (tram Powell-Hyde) e desci pertinho do trecho famoso da Lombard Street. Esse pedaço da rua, que fica entre as ruas Hyde e Larkin, é muito íngreme e cheio de curvas para passagem dos carros. De cada lado há uma escadaria.

Impossível não encontrar, tem sempre muita gente por lá fotografando. Me lembra aquele seriado “As visões de Raven“, rs.

A vista é surreal! Pena que minhas fotos não conseguiram fazer justiça a beleza do lugar.

Depois segui até Ghirardelli Square. Uma loja gigante de chocolate, onde ficava a fábrica da Ghirardelli, que é considerado o primeiro projeto de reutilização de espaço bem-sucedido do país.

Além de loja de chocolate, há padaria, lanchonete, loja de souvenirs, e uma linda vista. Sem contar que toda vez que se entra nessa loja de chocolates, você ganha uma amostra do chocolate. Delicia!!

Terminada a visita à Ghirardelli, fui em direção a baia de San Francisco, com uma paradinha no Victorian Park para fotos e uma olhadinha, mesmo que de longe, na Golden Gate. Muito amor pela Golden Gate!!

 

Fisherman’s Wharf

O Fisherman’s Wharf (FW) é um lugar que eu queria conhecer desde a adolescência. A primeira vez que ouvi falar dele foi nas aulas de inglês no CCAA. Quem fez CCAA lembra da lição de seafood dishes, rsrs.

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Este é o pier mais famoso da baia de San Francisco, com diversos restaurantes e barraquinhas que vendem frutos do mar fresquinhos. Achei as barraquinhas meio sujinhas, e não me interessei por petiscar nada por alí.

A vontade de comer logo apareceu ao visitar a Boudin Bakery, conhecida pelo pão sourdough, de massa crocante e grossa por fora e um pouco azedinha por dentro.

A Boudin Bakery do FW conta com bistrô, museu, lojinha, além da possibilidade de ver os pães sendo feitos na hora, em vários formatos divertidos. Lá eles servem a tradicional sopa de marisco (Clam chowder). Eu comi, é gostosinha, mas se voltasse, não comeria novamente.

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Clam Chowder no pão sourdough
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Morri com esse potão de maionese Heinz – amor verdadeiro

Na Boudin Bakery não tem wi-fi, mas dá pra pegar o do Applebee’s se você se sentar nas mesinhas da calçada, rs.

Pier 39

Um pouquinho mais a frente fica o Pier 39, que é o lar dos leões marinhos. Eles ficam em plataformas a direita do pier.

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Você consegue pegar um livrinho de descontos para as lojinhas deste pier no segundo andar, basta imprimir o cupom no site do pier antes da viagem. Eu peguei o livrinho mas não comprei nada. Lá tem algumas lojinhas bem legais como a Solve it Puzzle e a Image Arts.

 

Segui caminhando em direção ao Embarcadero. É uma longa caminhada, mas dá para ir devagar e parando em alguns pontos de interesse. Mas caso você não queira ir caminhando, é possivel pegar tram (bondinho) até lá.

No Pier 15 fica um museu de ciência chamado Exploratorium. Não tive tempo de explorar o museu, mas só de olhar a lojinha já fiquei super interessada. Já está anotado para conhecer em uma próxima visita a San Francisco.

Pier 7

O Pier 7 é um pier estreito, sem lojas, mas sem dúvida é o mais charmoso. Encontrei muitas pessoas pescando por lá.

Uma delícia sentar com um cafezinho e observar o movimento das pessoas e das embarcações.

Ferry Building Marketplace

Prédio icônico na beira da baía, abriga terminal de barcos para as cidades de Larkspur, Sausalito, Vallejo e Alameda; além de um maravilhoso mercado (Farmer’s market). Foi reaberto em 2003 após grande reforma que durou 4 anos.

No Ferry Building Marketplace é possível comprar produtos orgânicos, pães artesanais, sorvetes com sabores inusitados, além de contar com vários restaurantes, queijarias, etc. Vale a pena comprar umas iguarias e sentar nas mesinhas e bancos na parte de trás do mercado e aproveitar a vista da baía e de suas pontes, a Golden Gate a esquerda e mais longe, e a Bay Bridge à direita e mais pertinho.

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Linda torre do relógio
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Farmer’s Market
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Bay Bridge

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Deu pra cansar, né!?

E você tem dicas desses lugares? Me conta!

Alguma dúvida ou sugestão pro blog? Deixe nos comentários.

Prato executivo gourmet? Ô Casual Gastrobar em São Paulo

A dica de hoje é de um restaurante super delícia na Vila Madalena.

Visitei o restaurante Ô Casual Gastrobar numa sexta-feira  na hora do almoço. Restaurante com ambiente gostoso, descontraído.

Fui muito bem recebida pela garçonete que infelizmente não lembro o nome (nem imaginava à época que iria escrever algum dia sobre isso). Ela me apresentou o cardápio com menu executivo. Muitas opções, super bem descritas, mas não tinha fotos. Mas quem precisa de foto quando sua garçonete simpaticamente se oferece para mostrar alguns pratos que já estavam saindo? Ela foi mesmo fantástica.

Acabei escolhendo o Risoto de Mignon com Bacon, Tomate e Cebola Crocante. A porção era farta, tinha pedaços de mignon, o tomate dava um certo frescor e a cebola estava mesmo crocante. Foi uma escolha acertada, realmente saboroso.

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Como eu não tinha uma foto, peguei a foto do prato que pedi no Instagram do restaurante.

Uma outra coisa que provei por indicação da minha atendente foi o Clericot, uma bebida refrescante a base de vinho branco, que também leva licor de laranja, e frutas cortadas. Essa bebida era exatamente o que eu precisava em pleno verão, ao meio-dia em São Paulo.

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Do Clericot lembrei de tirar foto antes que acabasse.

Então fica dica de um lugar legal para almoçar na Vila Madalena!

Endereço do restaurante: Rua Harmonia, 321, Vila Madalena, São Paulo

Ah, e esse post não foi patrocinado.

Vou colocar aqui a minha receita de Clericot, totalmente modificada, rs

 

Clericot da Sabrina

1 garrafa de vinho Moscatel

1 lata de refrigerante de limão

Frutas fatiadas (laranja, morangos, kiwi)

Mistura tudo numa jarra bem bonita, e pronto!

Muito dificil né, rs.

Comprando a passagem aérea. Como eu faço?

Hoje vou falar um pouco sobre passagens aéreas. Como eu faço, onde eu procuro.

A primeira coisa que eu compro quando estou planejando minha viagem é a passagem aérea. Depois que compro a passagem e sei a hora estimada que chegarei no meu destino, então posso começar a planejar meu roteiro. Mas antes de comprar as passagens, escolho o período do ano que desejo viajar e vejo se este é um bom período para visitar este determinado lugar. Ninguem quer ir ao Caribe na temporada de furacões, não é?

Decidido o período da viagem, começo então a pesquisar as passagens. Geralmente uso um buscador de passagens aéreas, que vê o preço de todas as companhias aéreas para o período determinado. Anoto as passagens mais baratas, com preço, nome da empresa, número do vôo, horários de partida e chegada. E refaço essa pesquisa algumas vezes para me familiarizar com o preço do trecho que farei, e depois a procura da passagem mais em conta.

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Aeroporto Charles de Gaulle – Paris

Se o vôo tiver conexão é importante prestar atenção no tempo entre os trechos, pois conexões com 1 hora ou menos são muito curtas e assim você corre o risco de perder o próximo vôo. Muitos aeroportos são gigantes, e é necessário pegar um trenzinho para mudar de terminal, sem contar que estar em um país diferente, com placas escritas em outro idioma que não o nosso, pode tornar esse deslocamento mais demorado. Algumas vezes é necessário pegar a bagagem que foi no porão do avião e despachá-la novamente antes de embarcar no próximo avião. E quando a conexão ocorre dentro do país de origem, você passará pela imigração já nesta primeira parada, com inspeção de malas e passaporte, o que pode levar muito tempo.

 

Mas quando é o melhor momento para comprar passagem aérea com menor preço? Muitos sites e revistas especializadas indicam 30-60 dias para alta temporada e 60-120 dias para alta temporada, para vôos internacionais. Já para vôos nacionais 30 dias para baixa e 60-90 dias para a alta temporada. Mas é importante ficar atento as promoções. Neste site tem bem explicadinho sobre isso.

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Metro que sai do Aeroporto de Heathrow – Londres

Como você faz? Tem alguma dica? Me conta nos comentários.

Esqueci de abordar algum assunto? Só me falar!

 

Union Square e Chinatown – charme do centro de San Francisco

Union Square

A Union Square é na verdade uma praça enorme no centro de San Francisco, mas toda essa região ao entorno é repleta de lojas, como famosas Macy’s, Apple, Michael Kors, Forever 21, até as populares Ross e Marshalls.

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A praça é linda, e costuma abrigar uma escultura em forma de coração que é pintada anualmente por um artista diferente, e leiloada ao fim do ano para obter verbas para San Francisco General Hospital. Existem outras esculturas de coração por San Francisco, mas só visitei essa.

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No fim do ano, instalam uma pista de patinação no gelo na praça.

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Pista de patinação em construção
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Pista aberta à noite!

Na Macy’s que fica de frente para Union Square, tem uma filial da The Cheesecake Factory. A comida lá é muito boa, mas o cheesecake é fantástico! Diria que é imperdível!

Ali pertinho também tem o Yerba Buena Gardens, um jardim super gostoso do Yerba Buena Center for the Arts. E do outro lado do jardim tem o Metreon, que é um shopping com cinemas, restaurantes e uma Target (supermercado) enorme. Nesse Metreon tem uma filial do famoso Super Duper Burger, eu provei o hamburger e gostei bastante.

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Existem vários museus pela região, mas não fui em nenhum. Queria muito ter ido ao Cartoon Art Museum (655 Mission Street), mas acabou não dando tempo. Mas fica a dica pra quem estiver indo para lá.

Da Union Square dá para ir a pé para Chinatown.

 

Chinatown

A Chinatown de San Francisco é a maior fora da Ásia e a mais antiga na América do Norte.

Logo na entrada está o Dragon’s Gate (Grant street com Bush street).

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Outros pontos de interesse são: Old Saint Mary Church (destruída pelo terremoto de 1906 e reconstruída), Tien How Temple (templo taoista), Esquina literária (Broadway com Columbus). Eu segui mais ou menos o roteiro sugerido pelo excelente blog Idéias na Mala. Mas se você tiver tempo, vale a pena fazer um tour a pé gratuíto (free walking tour) por aqui. Eu não consegui fazer, então não tenho numa empresa para indicar, mas em geral esses walking tours sempre valem a pena.

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Em Chinatown você vai encontrar uma infinidade de lojinhas vendendo artigos dos mais variados, e diversas lembranças de San Francisco, e lá foi o lugar onde encontrei os melhores preços para as lembrancinhas de viagem.

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O imã que comprei em Chinatown

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Foi a Chinatown? Union Square? O que você achou? Me conta ai!